Acompanho de perto a vida de muitos casais que não conseguem engravidar e conheço na pele a dor de ver todas as amigas tendo filhos e depois filhos de novo, vindo te contar a última coisa que ele aprendeu e você continuar tendo orgulho apenas do peixinho do seu aquário, que é a única coisa que você cuida.

O instinto de mãe faz parte de quase todas as mulheres, mesmo aquelas que decidem ter seus filhos um pouco mais tarde, já planejam no futuro sobre a concretização deste sonho.

Não quero ofender ninguém, nem ser imparcial com ninguém. Mas quero deixar uma reflexão. Quero mostrar que somos todos humanos, não importa a origem, e que o berço e descendência de alguém é apenas a sorte que você teve, ou não. Por isso, às vezes uma dificuldade na vida, pode ser um recado de Deus para as pessoas, e as vezes elas não entendem.



Me refiro à situação de pagar milhares e milhares de reais em tratamentos de fertilidade enquanto outras crianças gostariam de ter esses milhares e milhares de reais para poder comprar seus pais, se isso fosse possível (fora o desgaste emocional de ambas as partes).

Do mesmo jeito que você deseja com todas as suas forças ter um serzinho gerando em seu ventre, e esse serzinho nunca surge, existem crianças abandonadas desejando com todas as forças que apareçam pais que as desejem e as levem pra casa.

Qualquer uma das duas atitudes são lindas, lutar pelo seu filho biológico, ou acolher uma criança abandonada. Seja qual atitude você prefira, vale a pena assistir esse documentário da Globo chamado Filhos do Coração.

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